Chegaram as Novas Crianças 2

                                                                                                Lee Carroll e Jan Tober

Sistemas de classificação humana 
Por Richard Seigle, M.D.

Na história da civilização ocidental temos vindo a ter uma forte necessidade de explorar, definir e julgar. 

À medida que fomos descobrindo novas terras e outras pessoas, os nossos primeiros pensamentos foram: 

Quem é como nós e quem não é? 

E o que é que podemos tomar? 

Estas pessoas, que não são como nós em termos de cor, crenças, cultura e linguagem, foram consideradas inferiores durante muito tempo, ao longo da História. Em termos científicos, tratamos de categorizar as pessoas pela forma da cabeça, corda pele, coeficiente intelectual (Q.I.), etc. Antropólogos e sociólogos levaram anos a considerar como pensamos, sentimos e actuamos. Alguns exemplos de vários sistemas de categorização dos seres humanos 

Testes de inteligência
Testes de personalidade
Testes de memória, etc.
Factores sociológicos específicos
Teorias psiquiátricas reconhecidas

Gandhi disse: “ A nossa habilidade para alcançar a unidade dentro da diversidade será a beleza e o tes-te da nossa civilização.” 

O final deste milénio assinala um nível mais elevado de consciência de amor e aceitação entre as pessoas – algo que poderíamos ter aprendido há séculos atrás através das culturas nativas, se não as tivéssemos considerado como culturas inferiores. Para além dos sistemas tradicionais de classificação, existem os sistemas de classificação espirituais e metafísicos, que tratam de classificar os seres humanos com base, por exemplo, nos atributos astrológicos de nascimento, na sua energia vital ou a sua associação com um Animal Sagrado (na tradição chinesa e dos índios norte-americanos). 

Seja qual for a sua opinião sobre as Astrologia ou qualquer outro sistema similar não científico, eles foram reconhecidos e identificados institucionalmente como algumas das crenças ancestrais que foram encontradas em muitos textos antigos relacionados com os estudos humanos. Todos estes sistemas, antigose modernos, existem para ajudar os Humanos a entender melhor outros Humanos.

Nancy Ann Tappe identificou, pela primeira vez, o padrão de comportamento das Crianças Índigo no seu livro publicado em 1982 “Compreendendo a sua vida através da cor” ( Understanding Your Life Through Color ). Trata-se do primeiro livro conhecido no qual se identificam os padrões de comportamento destas novas crianças. Nancy classificou determinados tipos de comportamento humano em grupos de cor e, intuitivamente, criou um surpreendentemente exato e revelador sistema de natureza metafísica. O livro é divertido de ler, e não evita que você identifique algumas das suas características em alguma parte do sistema, rindo-se de si mesmo e maravilhando-se por parecer tão acertado. Nancy continua a facilitar conferências e seminários sobre comportamento humano em todo o mundo. Aqueles que pensam que é estranho classificar os humanos com base na cor, gostaria de dar a conhecer – principalmente aos interessados em metafísica – um novo livro intitulado “O Código da Cor: Um a novaforma de ver-se a si mesmo, às suas relações e à Vida” ( The Color Code: A new Way to See Yourself, Your Relationships, and Life ), de Hartman Taylor, Ph.D. Este livro não tem nada que ver com as Crianças Índigo. Mencionamo-lo somente para demonstrar que a associação da cor com os atributos humanos não vale somente para o grupo dos fantasmas! O livro aborda o modelo medieval de tipificar as personalidades –sanguíneo, melancólico, fleumático e colérico, e associa-lhes as cores vermelho, azul, branco e amarelo. Como dissemos, o agrupamento de cor de Nancy Ann Tappe é intuitiva, mas também muito exata, baseada na observação prática. No seu livro, um dos grupos de cor é, adivinhem, o Índigo. Esta classificação pela cor revela, muito claramente, um novo tipo de criança, em algo que foi feito há 17 anos.

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